Sobre o projeto

A Rede MangueMar Brasil é uma articulação que envolve movimentos de pescadores/as, ONGs, pastorais sociais e pesquisadores/as que lutam pela sustentabilidade socioambiental da Zona Costeira Brasileira. O processo de constituição da rede teve início em 2001, quando diferentes sujeitos começaram a trabalhar em rede para responder à necessidade de lutar por políticas públicas voltadas especialmente para a Zona Costeira, se con­figura como uma articulação nacional empenhada na construção de alternativas sustentáveis que combatam a vulnerabilidade das populações tradicionais 

No Rio Grande do Norte a Rede MangueMar vem se estruturando desde o ano de 2007. Em 2015-2016 com reuniões acontecendo regularmente em Natal conseguiu ampliar a rede com a participação do movimento das pescadoras e pescadores – MPP, Conselho Pastoral dos Pescadores - CPP, Comissão de Justiça e Paz - CJP; Colônias de Pescadores Z-2 de Touros, Z-4 de Natal, Z-5 de Maxaraguape, Z-6 de Canguaretama, Z-7 de Guamaré, Z-10 de Nísia Floresta; Z-56 de Parnamirim, Associação das Marisqueiras de Diogo Lopes, Projeto Gamboa do Jaguaribe/Natal, Serviço Arquidiocesano em Rede – SAR, Instituto Defender, Ong Oceânica – Pesquisa, Educação e Conservação; Ong BAOBÁ, Ong SOS Mangues, pesquisadores da Universidade Federal do Rio Grande do Norte – UFRN, Instituto Federal do Rio Grande do Norte – IFRN e da Universidade Estadual do Rio Grande do Norte – UERN.

 

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A partir das reuniões da Rede MangueMar RN foram levantadas questões preponderantes para manutenção da vida das comunidades tradicionais litorâneas como também conservação dos Rios, Mangues e Mar. Neste sentido, propomos à sociedade civil organizada, aos órgãos ­scalizadores e gestores ambientais à participação no I ERMMEL – Encontro da Rede MangueMar, Estuário e Litoral que terá como tema - Os con‑itos socioambientais em regiões estuarinas e litoral, discutindo as questões socioambientais que vêm se impondo na costa Potiguar:

O uso e ocupação das áreas estuarina do Rio Pirangi e de manguezal e seus impactos socioambientais. O desastre ocorrido no rio Potengi no ano de 2007 e suas consequências.

A sobrevivência das comunidades da pesca artesanal diante da implantação de parques eólicos no litoral norte.

O crescimento desordenado das cidades litorâneas avançando em áreas de Rio e Mangue. O mal descarte de esgotamento sanitário e águas servidas em áreas de Rio e Mangue.

Pretendemos estabelecer um canal de comunicação direto entre sociedade civil organizada e órgãos gestores públicos ambientais, apresentando uma realidade muitas vezes desconhecida e apenas vivenciada pelas comunidades litorânea, como também ­firmar o compromisso em defendermos melhores condições de vida e trabalho para habitantes do litoral e salvaguardar bens naturais imprescindíveis para sociedade. Desta forma, de­finimos ações conjuntas para salvaguardar o presente e futuro da costa Potiguar.

 

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