Óleo nas praias exige cuidados

por Oceânica

09/11/2019

Conservação

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Ao chegar na praia é importante avaliar as condições. Encontrando vestígios ou fragmentos de piche, é importante não entrar em contato com a pele, devido ao grau de toxicidade do óleo.

No caso das piscinas naturais formadas nas formações recifais é importante avaliar a qualidade aparente da água. Não tome banho ou entre em contato com a água se houver indicação de óleo na água ou nas pedras, se houver material em suspensão, aparência de “nata” ou mudança de cor de acordo com a inclinação em que se olha a lâmina d’água.

Se você estiver no RN e encontrar manchas de óleo registre no 📲APP MAR LIMPO (disponível em IOS e Android). Cadastre com foto, dia, local e Município. Assim você também estará colaborando para termos informações precisas, diárias e formarmos o acervo de imagens e dados sobre esse crime ambiental que vivenciamos no litoral. Caso encontre ocorrência de óleo na praia, é importante comunicar à Defesa Civil (199) e Marinha (185), além de registrar no 📲Aplicativo Mar Limpo.

Se encontrar animal oleado nas praias do RN, é importante registrar e chamar a equipe do Projeto Cetáceos Costa Branca (PCCB) para orientações e recolhimento do animal pelo número (84)99943-0058.

Informações oficiais atualizadas podem ser encontradas no site do IBAMA, na página que centraliza as informações do oleamento das praias. No site há uma planilha que indica a situação das praias mais afetadas no NE, e que estão sendo monitoradas. Como o monitoramento não é necessariamente diário, a planilha indica a data em que houve o monitoramento.

Toda participação da sociedade é importante, no cuidado ao litoral.✨Gratidão por compartilhar conosco este cuidado.

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